FRASE:

FRASE:

"Se deres um peixe a um homem, vais alimenta-lo por um dia; se o ensinares a pescar, vais alimenta-lo a vida toda."

(Lao-Tsé, filósofo chinês do séc. IV a.c.)

quarta-feira, 20 de abril de 2011

FILME: ALMAS EM CHAMAS

ALMAS EM CHAMAS (Twelve O'Clock High – 1949) é, para quem gosta do tema, o filme-referência sobre a aviação da II Guerra Mundial. O filme conta uma dramática situação vivida por aviadores americanos que tinham a função de bombardear alvos na Alemanha e países ocupados pelos nazistas. A história se baseia em situações reais, ocorridas durante a Batalha Aérea da Europa.

 Capas do DVD nas edições brasileira e americana (1).

HISTÓRIA
Eu não saberia falar sobre este filme sem abordar alguns pontos cuja compreensão se faz necessária para que o tema principal seja apreciado no seu todo. Então, aqui vai um pouquinho de história...
Antes mesmo da entrada dos EUA na II Guerra Mundial, já estava estabelecida a doutrina do poder aéreo como base de qualquer campanha militar. A blitzkrieg (2) dos alemães na Europa, apoiada pela cobertura da Luftwaffe(3) e o ataque a Pearl Harbor sepultaram respectivamente os conceitos bélicos das fortificações fixas  como linhas de defesa e dos encouraçados como fortalezas flutuantes. Ficou claro que quem tivesse superioridade aérea acabaria por tomar a iniciativa das ações, em terra ou no mar.
A indústria americana, totalmente imune a ataques aéreos por parte de seus distantes inimigos alemães e japoneses, produzia armas como nunca, gerando empregos em profusão, salvando o povo americano da crise econômica e criando a imagem de Rosie The Riveter (Rosie, a rebitadora), a dona-de-casa típica americana, que vestiu o macacão para trabalhar na indústria, enquanto seu marido e filhos combatiam. Os aviões representavam grande parte desta produção. Muitas fábricas de automóveis e eletrodomésticos adaptaram suas linhas de montagem e passaram a produzir aviões, motores e componentes aeronáuticos.

 Rosie The Riveter: um símbolo da mobilização das mulheres americanas no esforço de guerra. Cartaz de propaganda produzido pela Westinghouse para o governo dos EUA. Saiba mais!

 Na Inglaterra, bases aéreas eram literalmente tomadas pelos grandes bombardeiros americanos Boeing B-17 e Consolidated B-24 da Oitava Força Aérea da USAAF (4).
Quase diariamente, dependendo das condições do tempo, centenas destes aviões decolavam de diversos aeródromos, se reuniam sobre o Canal da Mancha e rumavam para atacar alvos estratégicos, como complexos industriais, entroncamentos ferroviários, depósitos de combustível e centrais energéticas, no continente europeu ocupado pelo Reich alemão.

Aviões Boeing B-17G estacionados no pátio de uma das fábricas, em Seattle, em 1944.

Mas, apesar da produção de aeronaves parecer infinita, havia um fator crítico, que limitava o emprego do avião como arma: os pilotos!
Nos EUA, escolas militares tinham um programa acelerado de formação de pilotos, e eram capazes de brevetar aviadores em apenas dez meses.
À princípio, apenas jovens com um mínimo de dois anos de universidade, depois, qualquer um com ensino médio, ingressando primeiro em um curso básico preparatório.
Apesar de formarem grandes números de pilotos e tripulantes, a expectativa de vida destes jovens em combate era surpreendentemente curta. Até hoje se discute quais os números reais sobre este assunto. Seja como for, a expectativa de vida aumentava na razão direta da experiência em combate. Em geral, os que sobreviviam às duas ou três primeiras semanas tinham mais chances do que os recém-chegados. E, a medida que se tornavam mais e mais experientes, pareciam se tornar mais “blindados”. 

 Formação de B-17 da USAAF lançando bombas sobre um alvo na Alemanha. Os pontos de fumaça negra são explosões de granadas antiaéreas. Durante a Batalha da Europa, as baixas de aviadores americanos foram de mais de 47.000, sendo 26.000 mortos.

Pois em meados de 1943, a Oitava Força Aérea Americana, estacionada na Inglaterra tinha este encargo: estabelecer os limites!
E como faze-lo? Para os frios comandantes do escalão superior só havia uma maneira: a estatística! Acompanhar o desempenho dos pilotos e avaliar o seu estado no decorrer das missões poderia indicar o ponto em que um percentual significativo da amostragem demonstraria os sinais de fadiga.
Os problemas eram: o comportamento humano varia de indivíduo para indivíduo: quem pode mais chora menos! Alguns se queixavam e começavam a fazer de tudo para ficar de fora, após poucas missões. Outros aparentavam suportar tudo numa boa e de repente, sem aviso, caiam em total esgotamento! E isto podia acontecer durante uma missão, em meio a um combate sobre território inimigo, acarretando riscos para todos os tripulantes. Os grandes bombardeiros levavam de 12 a 13 tripulantes. Cada vez que os alemães abatiam uma dessas aeronaves, morriam ou se tornavam prisioneiros pelo menos dois pilotos e um navegador treinados e mais 9 tripulantes, entre os quais pelo menos um mecânico de voo e um rádio-operador, além dos artilheiros.
Outro problema era que poucos alcançavam os números máximos propostos, sendo abatidos pelos alemães antes disto! Ninguém ficava sabendo o quanto mais eles teriam aguentado, se continuassem voando!
Quem seria tomado como base? Os que aguentavam menos ou os “ossos duros de roer”?
Para os "politicamente corretos" dos dias atuais, a resposta parece óbvia: nivelar pelos mais fracos e evitar o colapso em combate!
Mas, para os militares do estado-maior americano, a política era exatamente o contrário! Achar o limite máximo, e estabelecer o padrão um pouco abaixo disto!
A proposta inicial havia estabelecido 25 missões, considerando-se que cada uma dessas missões duravam mais de oito horas de voo, grande parte delas sobre território inimigo, sob fogo da artilharia antiaérea e ataques de caças!
Na prática, a dificuldade de alcançar esta meta levou a propaganda americana a alardear como grande destaque quando a tripulação de um B-17 batizado Memphis Belle conseguiu completar a meta das 25 missões, provando que isto era possível !
Chegaram a produzir um filme-documentário sobre o feito, dirigido pelo cineasta William Wyler (em 1990, foi lançado um filme baseado no mesmo tema, porém recheado de ficção).

O FILME
Bem, agora vamos ao filme:
O filme é baseado no livro de mesmo nome, da autoria de Sy Bartlett e Beirne Lay Jr., ambos veteranos da USAAF. A direção foi de Henry King, que também participou na adaptação do script, juntamente com os autores do livro.
Alguns anos após o fim da II Guerra, Harvey Stovall (Dean Jagger, que recebeu o oscar), ex-oficial-administrativo de um esquadrão de bombardeiros, volta à Inglaterra e vai visitar sua antiga base, em Archbury, agora um campo abandonado. 
Davenport (Gary Merrill), Savage (Gregory Peck) e Stovall (Dean Jagger).
 Jagger recebeu o Oscar como ator coadjuvante.

Enquanto passeia pelo local, sua memória volta no tempo e ele revive acontecimentos dos quais participou durante a guerrra.
Sua unidade, o fictício 918º Grupo de Bombardeiros, sofre com as perdas materiais e humanas quase diárias e com a moral baixa dos seus componentes, que acham  a unidade azarada. Além, disto, o índice de eficácia das sortidas é insuficiente.
Novas ordens determinam que os ataques sejam feitos em altitudes menores, para aumentar sua precisão, mas isto também expõe ainda mais os aviões ao fogo antiaéreo.
O comandante da unidade, coronel Keith Davenport (Gary Merrill), é querido por seus comandados, se identifica com eles e demonstra até certa rebeldia contra a política do alto comando, que exige mais e mais sacrifícios. O médico da unidade alega não saber o significado de "esforço máximo".
Para verificar a situação in loco e por a casa em ordem, o dinâmico general-de-brigada Frank Savage (Gregory Peck), amigo pessoal de Davenport, é enviado para comandar a unidade, substituindo-o.
Imbuído em preconizar a política do estado-maior, Savage procura impor disciplina rígida e minimizar os temores de seus homens, mas a princípio, tudo o que consegue é rejeição e antipatia. Todos os pilotos apresentam pedidos de transferência, como forma de protesto contra o novo comandante.
Savage procura ganhar tempo, convencer os pilotos com palestras e dar exemplo para seus comandados, participando das missões com determinação e destemor. Os alvos passam a ser atingidos e as baixas diminuem. Os homens acabam por retirar os pedidos de transferência e passam a cooperar. 
Savage acaba sendo aceito pelos homens mais influentes do grupo e faz valer sua liderança, melhorando o desempenho da unidade.
Então, o grupo é escalado contra um objetivo estratégico e muito bem defendido, cuja destruição o alto comando acredita ser fundamental para os destinos da guerra (como sempre!).
E este é também o ponto decisivo para Savage e seus homens!
Diversas cenas aéreas do filme foram montadas com registros oficiais americanos e alemães de voos de formação e combates reais, já que o filme é em preto-e-branco.
O nome do personagem Stovall se baseou em William Howard Stovall, piloto americano da I Guerra, amigo pessoal de um dos autores do livro e do script. 
Outros caracteres do filme foram baseados em personagens reais, como Savage, inspirado no general Frank A. Armstrong, que comandou o 306º Grupo de Bombardeio durante a II Guerra.
As instalações do esquadrão foram locadas na antiga base aérea americana de Eglin, na Flórida.
Para a filmagem de uma das cenas, o piloto-doublê cinematográfico Paul Mantz, coordenador da missão de Amelia Earhart, fez um pouso de barriga sobre a grama, num B-17.
Mais real que isso, só estando lá!
Dean Jagger ganhou o Oscar como ator coadjuvante e o filme ganhou outro pela trilha sonora.
Mas, a maior consagração do filme veio das opiniões expressas por veteranos de guerra, que realmente viveram aquelas situações retratadas e elogiaram o filme pela autenticidade da história e das cenas.
O filme está disponível em DVD (PeB) nas lojas e locadoras, infelizmente em formato fullscreen (3X4). As legendas em português são sofríveis, e muitas vezes não tem nada a ver com o que foi dito!
O filme originou uma série da TV com o mesmo nome, lançada nos EUA entre 1964 e 1967, com 78 episódios, alguns apresentados no Brasil com o título equivocado “INFERNO NOS CÉUS” pela extinta TV Tupi, com Robert Lansing no papel do gen. Savage. Acontece que este título já existia, atribuido no Brasil ao filme de origem inglesa Squadron 633 (1964), com Cliff Robertson e George Chakiris!

Notas:
(1) A expressão em inglês: twelve o'clock high! (doze horas, no alto!), no jargão da aviação militar, significa uma posição relativa.
Colocando a aeronave onde estamos sobre o mostrador de um relógio analógico, com o nariz apontando para as doze horas, as posições citadas significam a direção de onde está vindo o atacante, acrescentando “acima” ou “abaixo”, se não estiver no mesmo nível.
Assim, “twelve o'clock high” significa que o inimigo está vindo pela frente e pelo alto, mergulhando sobre o avião atacado.
Esta tática de atacar pela frente foi desenvolvida pelos pilotos alemães, após constatarem que os grandes bombardeiros americanos eram muito resistentes ao fogo dos seus caças, conseguindo regressar à suas bases mesmo após atingidos várias vezes pelos projéteis dos canhões de 20 mm. Atacando pela frente, eles procuravam atingir a cabine de pilotagem, matando os pilotos e depois mergulhando sob nariz do bombardeiro, evitando colidir com a alta estrutura da deriva, no caso dos B-17. Esta tática terrível, quando bem empregada, eliminava o avião de forma inapelável.
O grito “twelve o'clock high!” geralmente causava uma aceleração no batimento cardíaco dos tripulantes, pois eles sabiam o que viria a seguir!

(2) O termo blitzkrieg significa, em alemão, "guerra-relâmpago". Essa expressão surgiu como referência ao rápido avanço dos exércitos alemães no início da II Guerra, quando marcharam sobre a Polônia, França, Bélgica e Holanda.

(3) Luftwaffe é a denominação oficial da força aérea alemã.

(4) USAAF é a sigla de United States Army Air Force (Força Aérea do Exército dos Estados Unidos). Durante a II Guerra, a força aérea americana era ainda parte integrante do exército dos EUA, e somente após o final do conflito obteve autonomia e passou a chamar-se USAF , sigla de United States Air Force (Força Aérea dos Estados Unidos).

15 comentários:

  1. Muito bom seu post, parabéns e um bom dia pra você e sua família.

    ResponderExcluir
  2. - Muitos detalhes eu desconhecia. Resumo abrangente e análise histórica excepcional.
    - Parabéns e abraços.

    ResponderExcluir
  3. Leonel,
    Lembro do filme e gostei imensamente do post. Cheio de referências histórias, como só uma cabeça privilegiado como a tua poderia produzir. Parabéns.

    ResponderExcluir
  4. Leonel vejo que vc entende mesmo a fundo sobre estes temas abordados nos filmes. Vc é praticamente um crítico de cinema amigo. Eu não sabia de quase nada dessa entrelinhas da nossa história e espero que a mentalidade humana evolua para outros lados e que nós nunca mais possamos viver com os horrores desumanos de toda e qualquer guerra.
    Parabéns pela abordagem. Amei!
    Beijos!!
    Carla Fernanda

    ResponderExcluir
  5. kkkkkkkkkkkkkkkk..... e vejo aqui na filmoteca do meu marido o filme Almas em Chamas...kkkk.
    Leio: Cenas filmadas nas batalhas aéreas autênticas e inúmeras interpretações (...) uma incríver e perturbadora história de coragem e sacrifícios.
    Para mim Leonel, só se for chama de amor..kkk
    Beijos!

    ResponderExcluir
  6. Nossa Leonel dessa vez (mais) você arrasou. Adorei as explicações dos termos que desconhecia. Sempre aprendendo por aqui! Amigo, desejo uma páscoa de paz para você e toda sua família.
    Beijuuss n.a.

    ResponderExcluir
  7. É isso, vir aqui é sinÔnimo de conhecer, jamais a viagem é em vão...

    Gostei mais da capa do DVD americano, com o Gregory Peck em destaque.

    Beijos, querido. Boa Páscoa pra você também, bem mais legítima do que os importados lá de onde você sabe... Obrigada por rir comigo.

    ResponderExcluir
  8. Não vi esse filme, mas nem precisava você deu uma idéia que dá bem para imaginar como ele é. Adoro quando você dá essas aulas de História. Vir por aqui é sempre gratificante.
    Feliz renascer!

    ResponderExcluir
  9. Amigo Querido,

    Tu sempre nos brida com um banho de cultura,de conhecimento e de história!
    Como diria meu Ex: Esse filme é um "abacataço" imperdível!

    Feliz Páscoa!

    Beijinhosssssssss

    ResponderExcluir
  10. É Leonel escolhi mesmo a mais fofinha das nuvens e ela não está aqui no nordeste não...kkk... só assim aproveito e viajo....kkk
    Beijos!!
    Carla

    ResponderExcluir
  11. Uma boa sexta-feira Leonel!
    Paz e amor de Cristo!
    Carla

    ResponderExcluir

  12. Boa tarde, Leonel!

    A fuga dos hebreus foi o fim da escravidão de um povo.
    A escravidão equivale à morte, escravizar equivale a tirar a vontade e a
    alma de alguém, equivale a tirar sua vida.

    Se libertar da escravidão é viver de novo, é
    renascer, é estar sempre começando tudo de novo.
    Por fim, JESUS é a ressurreição.
    Quer prova mais clara do que digo?
    Este eterno milagre que nos encanta é o milagre da vida que a Páscoa nos
    relembra.

    A Páscoa é a ressurreição das nossas almas.
    Este é o tempo de renascer, começar tudo de novo.
    Tempo de nos libertamos do mal que corrompeu nossas almas e nos recobrirmos com o véu da pureza da alma que tivemos um dia.

    Abandonar tudo o que é velho e antigo e olhar pra frente com coragem.
    Dedicarmos-nos à vida como quem sorve o sumo de um fruto saboroso.
    Este é o tempo do nosso coração ressuscitar. E de nós ressuscitarmos para a vida em abundância.

    Deixo-lhe um vídeo:

    http://www.youtube.com/watch?v=ImSNKr_Xndc


    Nós, do blog Yehi Or, lhe desejamos uma linda Páscoa para você e todos os seus.

    Deus seja contigo.



    http://hajalluz.blogspot.com/

    ResponderExcluir
  13. Olá querido amigo Leonel!
    Muito bom o seu texto. Aqui, é uma fonte de cultura e conhecimento que me ajuda e enriquece os meus conhecimentos. Goste! São textos como estes, que escreves, que me fazem ler com prazer.

    Um abraço grande e feliz Páscoa.

    ResponderExcluir
  14. Sim Leonel, a questão do perdão, a gente só supera compreendendo a limitação do outro...
    Boa tarde!
    Carla

    ResponderExcluir
  15. Ola Leonel,
    Eu precisava escrever para voce urgente depois que li o seu comentario, rsrsrs
    Leonel eu devo te dizer que voce esta dentro do meu livro "assim dizendo", rsrs
    Sabe porque digo isto? Porque voce esta dando as respostas exatas do que vai acontecer.
    Eu ja tenho toda a historia montada desde a semana passada e digo que aquele assunto em que voce escreveu de cumplicidade me ajudou muito para conseguir escrever todo o final.
    Hoje pela manha li seu recado, e fiquei impressionada com isto:
    "até mexerem com a mulher de algum daquele caras que não são tão compreensivos, e aí acabam no porta-malas de um carro abandonado, e todo o mundo fala: "Ele era um cara tão legal...não tinha inimigos!"
    Deixa pra lá, não vai pegar essas idéias, senão o teu romance vai virar história policial!"
    kkkkkkkkkkkkk
    Ecolhi o titulo Aventura de louco, porque realmente é Aventura de louco, hehehe pois vai ter sim alguém no porta malas do carro, vai ter um vilao...O morto é (Rubens: irmao de alguem da estoria) Olivia vai ouvir de Elisa toda a verdade, o porque de ser assim, vai ter pedofilia, vai ter rejeiçao mesmo sentindo desejo, vai ter conquista de terras, por uma pessoa e terminando toda estoria eu farei uma cena bem assim: 5 anos depois... kkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Beijos Leonel e tenho que te dizer que voce é de grande ajuda para que eu consiga criar esta estoria, de muita ajuda!
    Quando eu leio o que voce me escreve, eu penso, reflito e muitas vezes sou de total igualdade a voce outras nao e isto faz com que eu crie um belo seguimento.
    Espero que nao se importe de usar suas ideia, pois para mim elas sao de grande valor!
    Beijos novamente e me perdoe por nao estar seguindo suas escritas, pois estou por todo o tempo digitando o livro.

    Eu queria de presente do Xipan este livro imprimido e depois que ele criasse uma capa para ele, hehehe seria o maximo... Preciso de um agente para conseguir um editora, kkkkkkkkkkkkkkkkkkk topa?
    To brincando, mas saiba que toda brincadeira tem um fundo de verdade, hehehe
    Beijos

    ResponderExcluir