FRASE:

FRASE:

"Se deres um peixe a um homem, vais alimenta-lo por um dia; se o ensinares a pescar, vais alimenta-lo a vida toda."

(Lao-Tsé, filósofo chinês do séc. IV a.c.)

Mostrando postagens com marcador acerola. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador acerola. Mostrar todas as postagens

sábado, 11 de dezembro de 2010

DÁDIVAS TROPICAIS

No final do século passado, estive em Fortaleza, onde fiquei apenas por algumas horas, mas, no aeroporto, havia um local onde estavam à venda umas caixinhas com cajus muito bonitos, como costumam ser por aquelas bandas. Cada caixa continha acho que meia-dúzia de frutas. Comprei duas caixas, uma de cajus vermelhos e outra de amarelos.
Ao final da construção de minha casa atual, por volta de 2001, plantei no fundo do quintal duas mudas, originadas pelo plantio das castanhas, um pé do caju amarelo, outro do vermelho. Depois de alcançar o meu tamanho, as plantas começaram a florir, mas nada de frutas. Até que, no verão de 2004/2005, houve uma estiagem braba, ficou quase dois meses sem chover! Então o caju se sentiu à vontade, e deu caju "a dar com pau"! Essa planta adora o clima seco! Só deve ter sentido falta do solo arenoso! Depois, o caju se encolheu e só voltou a ter outra safra razoável no verão de 2006/2007. 

 Show de vitamina C! O verão de 2004/2005 foi particularmente bom para as minhas frutas tropicais. Aqui vemos uma pequena amostra da produção de quintal: acerolas, cajus vermelhos e amarelos (apenas um pé de cada tipo de fruta).

Agora, inesperadamente, mesmo com as chuvas recentes, o cajuzinho vermelho está florido e o amarelo deu um ar de sua graça! Ainda não dá para prever se será um bom ano, mas é um bom começo!

 O caju amarelinho (ainda verde) já dá um ar de sua graça! Mas, ainda não dá para prever se teremos uma boa safra!
A jaqueira, por sua vez, depois de uma colheita de mais de vinte frutos  de uma vez (haja jaca!) e de uma boa poda, se apresentou novamente para o serviço, invejosa dos cajueiros!

Depois da poda, a jaqueira se apresenta para o serviço!

Hoje, convivo no meu quintal com frutas que na minha infância eu nem sabia que existiam. Nas casas onde cresci, no sul, haviam pés de romã, limão-cidra, peras, pêssegos, uvas e laranjas.
No Nordeste, onde morei por dez anos, fui apresentado às deliciosas graviolas, mangabas, cajás e cajus, além de outras menos cotadas.

Aqui nos trópicos, plantei diversas frutíferas tropicais, quase todas com sucesso.
Infelizmente, os três coqueiros, após uma boa produção inicial, tem sido atacados por pragas que matam e fazem secar os cocos antes que alcancem o tamanho ideal.  Estou procurando soluções para este problema.