FRASE:

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"Se deres um peixe a um homem, vais alimenta-lo por um dia; se o ensinares a pescar, vais alimenta-lo a vida toda."

(Lao-Tsé, filósofo chinês do séc. IV a.c.)

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segunda-feira, 19 de março de 2012

À PROCURA DE INSPIRAÇÃO...


De repente, percebo que não posto nada há mais de uma semana.
Daqui a pouco, alguns estranham. Antigamente, era minha amiga felina das Alterosas a primeira a cobrar! Mas, agora que ela anda meio afastada, ninguém reclama.
Falta de inspiração, falta de assunto, preguiça, desinteresse...
Na realidade, assunto é que nunca falta. É só dar uma olhada em torno e descobriremos assunto para escrever um livro, ou uma enciclopédia, se eu tivesse competência para tanto.


E começo a lembrar dos talentosos amigos e amigas que fazem da falta de inspiração um excelente tema para crônicas, poesias e divagações, geralmente com muito sucesso.
Uma amiga blogueira, que anda meio sumida, uma vez me indicou um site onde tinha boas dicas para se iniciar e manter um blog. 
Uma delas seria definir a proposta e o público-alvo (peraí: já virou marketing?).
E, revendo e examinando minhas postagens antigas, eu percebi um fato interessante: algumas das matérias onde eu mais pesquisei e trabalhei para apresentar uma informação de boa qualidade foram meio que deixadas de lado, pouco comentadas e pouco lidas. Enquanto isto, algumas postagens-relâmpago, que eu fiz em meia hora, às vezes para “encher linguiça”, enquanto aprontava alguma coisa mais elaborada, batiam recordes em acessos no período e em número de comentários!
E uma tendência: geralmente os textos que mais atraem os leitores, pelo menos no contexto desta porção da blogsfera, são aqueles onde eu falo de coisas do meu próprio cotidiano! E nem precisa ser coisa muito rebuscada, muito “cabeça”. Pelo contrário, são as mais descoloridas e corriqueiras passagens do dia a dia que parecem despertar nas pessoas mais identificação e interesse.
Tem outra amiga blogueira que de vez em quando, narra suas saídas para as compras, ou uma simples visita ao médico, ou um encontro com amigos. E algumas destas narrativas realmente me teletransportam para as cenas vividas, como se eu próprio tivesse estado lá,quebrando as barreiras do tempo e do espaço.
No final das contas, acabo chegando a uma conclusão óbvia: nada parece despertar mais interesse num ser humano do que outro ser humano!
Mesmo um ser humano pouco inspirado!
 
Ah! Aos que comentaram minha matéria anterior, tem respostas para todos os comentários!